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Sunday, March 21

  1. page Carmen Miranda edited ... Em 1926, tinha eu os meus 17 anos, conheci uns senhores muito simpáticos e influentes no cinem…
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    Em 1926, tinha eu os meus 17 anos, conheci uns senhores muito simpáticos e influentes no cinema, que publicaram uma foto minha numa revista muito conhecida na altura e mencionaram o meu nome em vários estúdios. Um ano depois, apresentei um número musical numa festa no Instituto Nacional e a 1933 finalmente chego à grande tela.
    Início de uma carreira brilhante
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    minha verdadeira ascensãoasc​ensão começou aos
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    de Mim" ("Taí")("​Taí") de Joubert
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    Concurso oficial, na feira de amostras
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    Nunca vi tão grande euforia!
    Mas no fim correu tudo bem! E foi uma noite memorável!
    Inicio de uma nova vida! A caminho de Nova York.. {Sonja-trabalho_carmen.jpg}
    No dia 15-02-1939,15 de Fevereiro de 1939, desembarcou no
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    patinadora de cinemacinema, e Mr.
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    no Rio, criaicriei uma grande amizade com ela!a senhora. Até lhe emprestaiemprestei fantasias da
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    de ajustes, pois éramos do mesmo tamanho.. Bemsendo os nossos tamanho idêntico. Bem, tive a
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    mim e ateaté me convidou
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    conversarmos no “NOrmandie”. A única coisa que eu acho“Normandie”. Os únicos aspectos que lhe dava certas duvidas, eraduvidas sobre mim, sem dúvidas, seriam o meu lado praticoprático e não saber falar inglês.desconhecer a língua inglesa.
    A Sonja
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    o primeiro lugar,lugar num baile de fantasia,fantasia e pelo que ela me contou gritaram ochegaram a grita pelo meu nome!nome. A minha
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    levava ela, ela tratavatrataria a mesma disso!
    Bem, depois, assinamos o meu contrato,

    Após este acontecimento, acabamos por assinar um contrato
    de 400 dólares por semana..semana.
    Houve outra grande batalha, euvisto que queria levar
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    “Bando da Lua” masLua”, contudo o Mr. Shurbert,Shurbert dizia que nos E.UE.U.A havia muitos
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    e bons, masembora sabendo eu sabia que não eraseria a mesma coisa, e necessáriocoisa sem o ritmo do Brasil!brasileiro. Então comecei
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    outros três.
    Bibliografia
    http://carmen.miranda.nom.br/
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    4:05 pm
  2. page Carmen Miranda edited Carmen ​​Carmen Miranda {carmen-miranda-c10038611.jpg} Hoje acordei e senti-me inspirada, a…

    Carmen​​Carmen Miranda
    {carmen-miranda-c10038611.jpg}
    Hoje acordei e senti-me inspirada, apeteceu-me escrever! Decidi fazer a minha biografia! Como já devem ter percebido, sou a Carmen de Miranda, pseudonimo que me atribuiram no Brasil, sendo o meu nome de batismo Maria do Carmo Miranda da Cunha.
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    Início de uma carreira brilhante
    A minha verdadeira ascensão começou aos 21 anos, quando gravei a canção "Pra Você Gostar de Mim" ("Taí") de Joubert de Carvalho, sendo intitulada como "a maior cantora brasileira". Neste mesmo ano, o meu sucesso chegou ao Japão e à Venezuela, sendo a sua primeira tournée realizada em Buenos Aires. Ao longo dos anos fui cantando em programas de rádio, cada vez ganhando mais dinheiro com este trabalho.
    Concurso oficial, na feira de amostras
    Bem, nunca irei esquecer aquele dia em 1939 no concurso oficial para a escolha das melhores musicas de carnaval, na feira de amostras onde cantei com o Almirante a musica "Boneca de Piche", de Ary Barroso. Bem.. estava a ver que não consegui chegar ao palco, com tantas pessoas! Eu ouvia a multidão a gritar o meu nome, mas não conseguia passar no meio de tantas pessoas! Antes das 10 horas da noite, já me tinham anunciado mais de duzentas mil pessoas! Ainda consegui dançar uma demostração da nova dança que estava a revolucionar o Rio – “ Pirolito”.
    Nunca vi tão grande euforia!
    Mas no fim correu tudo bem! E foi uma noite memorável!
    Inicio de uma nova vida! A caminho de Nova York.. {Sonja-trabalho_carmen.jpg}
    No dia 15-02-1939, desembarcou no Rio o transatlântico “ Normandie” com centenas de turistas. Entre muitos nomes da fama, encontava-se Sonja Henie, a estrela patinadora de cinema e Mr. Lee Shurbert, não tão famoso mas um dos mais importantes e conhecidos empresários teatrais de Nova York. Em quatro dias, tempo que Sonja ficará no Rio, criai uma grande amizade com ela! Até lhe emprestai fantasias da baiana para brincar, que nem precisaram de ajustes, pois éramos do mesmo tamanho.. Bem tive a oportunidade de me apresentar a Mr. Shubert, no Casino de Urca. Ele gostou de mim e ate me convidou para conversarmos no “NOrmandie”. A única coisa que eu acho que lhe dava certas duvidas, era o meu lado pratico e não saber falar inglês.
    A Sonja até ganhou o primeiro lugar, num baile de fantasia, e pelo que ela me contou gritaram o meu nome! A minha grande amiga fez uma intimidação final ao Mr. Lee, dizendo se não me levava ela, ela tratava disso!
    Bem, depois, assinamos o meu contrato, de 400 dólares por semana..
    Houve outra grande batalha, eu queria levar os meus rapazes do “Bando da Lua” mas Mr. Shurbert, dizia que nos E.U havia muitos músicos e bons, mas eu sabia que não era a mesma coisa, e necessário o ritmo do Brasil! Então comecei a pagar a três e Shurbert aos outros três.

    Bibliografia
    http://carmen.miranda.nom.br/
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    2:08 pm
  3. page home edited ... Chegámos à web 2.0 Para saber as regras do trabalhos clica aqui Ainda faltam 3 meninos insc…
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    Chegámos à web 2.0
    Para saber as regras do trabalhos clica aqui
    Ainda faltam 3 meninos inscreverem-se... está quase...Existem trabalhos que não estão identificados.
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    11:46 am
  4. page Al Capone edited ... A minha saida da cidade e os atentados falhados contra a minha vida Embora eu tivesse feito …
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    A minha saida da cidade e os atentados falhados contra a minha vida
    Embora eu tivesse feito negocios la com um politico corrupto ele mais tarde decidiu que eu era mau para a sua imagem politica e decidiu contratar im novo chefe da policia para me expulsar da cidade.
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    em 1928.
    Sempre houve atentados contra minha vida mas nunca eram bem sucedidos eu tinha uma extensa rede de espiões que ia desde os meninos dos jornais até aos policias de maneira que qualquer ideia era facilmente descoberta e evitada. Por outro lado eu ea habil a matar os meus inimigos quando se tornavam demasiado poderosos demais.Um assasinato tipico meu consistia em alguns dos meus homens alugarem um apartamento em á residencia do alvo e matam no rapidamente ou espcam-no assim que ele sair de casa as operações eram rapidas e completas e eu tinha sempre um álibi.
    Dia do Massacre de São Valentim em 14 de fevererio de 1929Dia do Massacre de São Valentim em 14 de fevererio de 1929
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    11:45 am
  5. page Eusébio edited ... Na temporada de 1976-77 joguei em dois clubes: Toronto Metros-Croatia, do Canadá, e Beira-Mar.…
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    Na temporada de 1976-77 joguei em dois clubes: Toronto Metros-Croatia, do Canadá, e Beira-Mar. Ganhei nesse ano o NASL (Campeonato Norte-Americano, onde jogam tanto equipas canadianas como americanas). Lembro-me que, ao serviço do Beira-Mar, joguei uma vez contra o Benfica. O arbítro assinalou um livre a boca da área e o treinador mandou-me convertê-lo, ao que eu respondi "Não", porque se o vissesse sabia que ia ser golo.
    Na minha última temporada 1977-78, joguei ao serviço do Las Vegas Quicksilver, New Jersey Americans (ambos EUA) e União de Tomar, clube onde me reformei com a idade de 35 anos.
    Bibliografia
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Eus%C3%A9bio_da_Silva_Ferreira
    FM 2010
    Trabalho Feito por:
    João Alves, nº 16 9º E
    Pedro Magalhães, nº 24 9º E

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    10:34 am

Wednesday, March 17

  1. page Mahatma Gandhi edited ​ ​ {http://sites.ffclrp.usp.br/ceb/peic/images/Gandhi.jpg} Namaste. O meu nome é Mohandas Kar…

    {http://sites.ffclrp.usp.br/ceb/peic/images/Gandhi.jpg} Namaste.
    O meu nome é Mohandas Karamchand Gandhi mas sou mais conhecido por Mahatma Gandhi. Mahatma provém do sânscrito ‘‘A Grande Alma’’ e eu sinto-me profundamente honrado e sensibilizado por ser reconhecido deste modo.
    Sou conhecido por ter liderado mais de duzentos e cinquenta milhões de hindus e por ser um dos idealizadores e fundadores do Estado Indiano Moderno. Todavia, o que tenho mais orgulho é em ter sido um influente defensor do Satyagraha (é o principio da Não Agressão ou uma forma não violenta de protesto) que eu usei como forma de revolução e felizmente afectou de forma positiva a vida de muitas pessoas, inclusive conhecidos activistas como Nelson Mandela e Martin Luther King.
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    Durante a minha vida realizei diversas viagens pelo território hindu, pretendendo alertar as pessoas para a utilização da Desobediência Civil e da Não Violência.
    Em 1928 realizei uma campanha contra o aumento dos impostos britânicos, sempre utilizando o método de Satyagraha. Embora fossemos repreendidos, continuámos sem ser violentos e após vários meses de protesto, os ingleses cancelaram os aumentos de impostos, libertaram as pessoas presas e devolveram as terras aos camponeses e estes, por sua vez, continuaram a pagar os seus impostos.
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    meu país.
    {http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e5/Gandhi_costume.jpg} {http://nhs.needham.k12.ma.us/cur/wwii/05/p7-05/brooke-aps-p7/Images/gandhi1.jpg} {http://marreta.files.wordpress.com/2009/01/gandhi.jpg}
    (Feito por Leonor a partir daqui)
    A "Marcha do Sal"
    Consequente em 1930, informei o vice-rei, de que a desobediência civil em massa iria iniciar-se no dia 11 de Março. "A minha ambição é nada menos que converter as pessoas britânicas à não violência, e assim fazer-lhes ver o mal que fizeram à Índia. Eu não procuro danificar as pessoas.". Foi o que eu disse e por conseguinte decidi desobedecer às "Leis do Sal" que proibiram os hindus de fazer seu próprio sal.
    Começando com setenta e oito participantes, inicie uma marcha de 124 milhas para o mar que duraria mais de vinte e quatro dias. Milhares de pessoas tinham-se juntado no começo, e vários milhares uniram-se durante a marcha. Primeiro eu e depois os outros juntaram um pouco de água salgada na beira-mar em panelas, deixando-as ao sol para secar.
    Em Bombaim o Congresso teve panelas no telhado; 60.000 pessoas juntaram-se ao movimento, e foram presas centenas delas.
    Em Karachi onde 50.000 pessoas viram o sal a ser feito, a multidão era tão espessa que impedia a polícia de efectuar qualquer apreensão
    As prisões estavam lotadas com pelo menos 60,000 ofensores. Incrivelmente nas prisões não havia praticamente nenhuma violência por parte da população; as pessoas não queriam que eu cancelasse o movimento.
    Fui preso antes que pudesse invadir os "Trabalhos Dharasana Sal", mas a minha amiga Sarojini Naidu conduziu 2.500 voluntários e aconselhou-os a não resistir às intervenções policiais. De acordo com uma testemunha os voluntários continuaram a marchar até serem detidos depois do aco-shod lathis, por quatrocentos policiais, não oferecendo resistência.
    Mais tarde, em 1931, fui chamado a uma reunião com o Vice-rei Irwin, e eles fixaram um acordo. A Desobediência civil foi cancelada, foram libertados os prisioneiros, a fabricação de sal foi permitida na costa, e os líderes do Congresso assistiriam à próxima Conferência de Mesa Redonda em Londres.
    Enquanto estive preso em 1932, entrei em jejum em nome dos meus queridos Harijans pois a eles tinha sido determinado um eleitorado separado. Poderia ser um jejum até morte, a menos que eu pudesse despertar a consciência hindu. O assunto estava resolvido, e até mesmo templos hindus intocáveis eram abertos pela primeira vez.
    No ano seguinte, em 1933, fiz um jejum de vinte e um dias para purificação, e os funcionários britânicos, amedrontados com a possibilidade de eu sucumbir, colocaram-me na prisão. Anunciei que não me ocuparia da desobediência civil até que a minha oração fosse completada.
    Mesmo com a Segunda Guerra Mundial a aproximar-se, eu tinha comprovado os meus princípios pacifistas. Mostrei como a Abissínia (Etiópia) poderia ter usado a não violência contra Mussolini.
    Já em 1938 tentei encorajar os judeus para defenderem os seus direitos e se necessário a morrerem sacrificados.
    Recomendei ao britânicos o uso de Métodos não violentos para combater Hitler já que nunca iria dar o meu apoio a qualquer tipo de guerra ou chacina.
    Nesse mesmo ano o Congresso prometeu-me a que eu ficaria fora da prisão, mas outros 23.223 indianos foram presos, inclusive Vinoba Bhave, Jawaharlal Nehru, e Patel.
    Porém, continuei a exercer uma revolução não violenta para a Índia, e em 1942 eu e muitos outros líderes fomos presos. Decidi jejuar novamente... apenas eu sobrevivi e tive de ver muitos dos meus queridos amigos a partirem depois de terem lutado a meu lado…
    A independência para a Índia estava agora próxima, mas Jinnah o Líder muçulmano exigia a criação de um estado separado: o Paquistão.
    Um dia preguei pela unidade e tolerância, até mesmo li às reuniões um Alcorão de orações.
    Os hindus atacaram-me pensando que eu era a favor dos muçulmanos, e os muçulmanos exigindo dele a criação do Paquistão. Fui para Calcutá para acalmar a discussão e a violência entre hindus e muçulmanos.
    Mais uma vez ele jejuei até que os líderes da comunidade assinaram um acordo para manter a paz. Antes de eles assinassem o acordo, preveni-os de que se eles revoltassem eu jejuaria até a morte.
    Mais tarde em Janeiro de 1948 tentei mais uma vez acalmar os conflitos entre hindus e muçulmanos, permitindo assim a divisão da Índia em dois países.
    O movimento pela independência indiana
    Após a guerra, envolvi-me com o Congresso Nacional Indiano e com o movimento pela independência. Ganhei reconhecimento internacional pela minha política de desobediência civil e pelo uso do jejum como forma de protesto.
    Por esses motivos a minha prisão foi determinada diversas vezes pelas autoridades inglesas, prisões às quais sempre se seguiram protestos pela minha libertação.
    Outra das minhas estratégia eficiente pela independência foi a política do swadeshi - o boicote a todos os produtos importados, especialmente os produzidos na Inglaterra. Aliada a esta estratégia estava a minha proposta de que todos os indianos deveriam vestir o khadi - vestimentas caseiras - ao invés de comprar os produtos têxteis britânicos.
    Declarei que toda mulher indiana, rica ou pobre, deveriam gastar parte do seu dia a fabricar o khadi em apoio ao movimento de independência. Esta era uma estratégia para incluir as mulheres no movimento, em num período em que pensava-se que tais actividades não eram apropriadas às mulheres.
    A minha posição pro-independência endureceu após o Massacre de Amritsar em 1920, quando soldados britânicos abriram fogo matando centenas de indianos que protestavam pacificamente contra medidas autoritárias do governo britânico e contra a prisão de líderes nacionalistas indianos.
    Uma das minhas mais eficientes acções foi a marcha do sal, cuja história já contei, conhecida como Marcha Dândi, que começou a 12 de Março de 1930 e terminou em 5 de Abril, quando levei milhares de pessoas ao mar a fim de cobrarem o seu próprio sal ao invés de pagar a taxa prevista sobre o sal comprado.
    A 8 de Maio de 1933, comecei um jejum que durou até ao 21 dias em protesto à opressão Britânica contra a Índia.
    Em Bombaim, no dia 3 de Março de 1939, jejuei novamente em protesto às regras autoritárias e autocráticas para a Índia.
    Passei cada vez mais a pregar a independência durante a II Guerra Mundial, através de uma campanha aclamando pela saída dos britânicos da Índia. Campanha essa que se chamava Quit India (saiam da Índia) e que em pouco tempo se tornou o maior movimento pela independência indiana, causando lotação da várias prisões e violência numa escala inédita.
    Eu e os meus partidários deixamos claro que não apoiaríamos a causa britânica na guerra a não ser que fosse garantida à Índia independência imediata.
    Durante esse tempo, eu mesmo meditei como apelo à não-violência.
    Fui então preso em Bombaim pelas forças britânicas a 9 de agosto de 1942 e preso por dois anos.
    A divisão da Índia entre hindus e muçulmanos
    Tive uma grande influência entre as comunidades hindu e muçulmana da Índia. Costuma-se dizer que eu terminava brigas comuns apenas com a minha presença.
    Posicionei-me contra qualquer plano que dividisse a Índia em dois estados, o que efectivamente aconteceu, criando a Índia - predominantemente hindu - e o Paquistão - predominantemente muçulmano.
    No dia da transferência de poder, não celebrei a independência com o restante povo da Índia, pelo contrário, lamentei sozinho em Calcutá a partilha do país.
    Inicie um jejum no dia 13 de Janeiro de 1948 em protesto contra as violências cometidas por indianos e paquistaneses. No dia 20 desse mês, sofri um atentado: uma bomba foi lançada na minha direcção, mas felizmente ninguém ficou ferido.
    No dia 30 de Janeiro de 1948, fui assassinado a tiro, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava-me pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão.
    Godse foi depois julgado, condenado e enforcado. Ao castigarem-no não respeitaram o meu último pedido que foi justamente a não-punição de meu assassino.
    Fui cremado e as minhas cinzas foram jogadas no rio Ganges.
    Princípios
    Continuei a transmitir os meus ensinamentos de manifestação não-violenta até aos meus últimos anos de vida. O conceito de 'não-violência' permaneceu por muito tempo no pensamento religioso da Índia e pode ser encontrado em diversas passagens do textos hindus, budistas e jainistas
    Estritamente vegetariano, escrevi diversos livros sobre o vegetarianismo enquanto estudava direito em Londres. Experimentei diversos tipos de alimentação e concluiu que uma dieta deve ser apenas para satisfazer as necessidades do corpo humano. Jejuava muito, e usava o jejum frequentemente como estratégia política.
    Renunciei ao sexo quando tinha 36 anos de idade e ainda era casado, uma decisão que foi profundamente influenciada pela crença hindu do brachmacharya, ou pureza espiritual e prática. Também passava um dia da semana em silêncio. Abster-me de falar trazia-me paz interior. Durante esses dias a minha única forma de comunicar com os outro era a escrever.
    O título que me foi atribuído, Mahatma, representa um reconhecimento de meu papel como líder espiritual.
    Quando voltei para a Índia, após uma bem-sucedida carreira de advogado na África do Sul, deixei de usar as roupas que representavam riqueza e sucesso. Passei a usar um tipo de roupa que costumava ser usada pelos mais pobres entre os indianos.
    Eu e os meus seguidores fabricávamos artesanalmente os tecidos das nossas próprias roupas e usávamos esses tecidos nas nossas vestes.
    Também era contra o sistema convencional de educação nas escolas, acreditava que as crianças aprenderiam mais com seus pais e com a sociedade. Na África do Sul, eu e outros homens mais velhos formamos um grupo de professores que leccionava directamente e livremente às crianças.
    Indicações para o Prémio Nobel da Paz
    Nunca recebi o prémio Nobel da Paz, apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e 1948. Décadas depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comité organizador do Nobel.
    Ao longo da minha vida, as actividades as actividades que realizei atraíram todo tipo de comentário e opinião.
    Winston Churchill chegou a chamar-me "faquir castanho".
    Albert Einstein disse que as gerações por vir terão dificuldade
    em acreditar que um homem como eu realmente existiu e caminhou sobre a Terra.
    Na minha opinião não passei de mais um dos Homens que passou e deixou a sua marca na Terra. Percorri todo o meu caminho travando uma grande luta a favor da paz, da união de todas as nações e da não-violência… luta essa que em vivo nunca consegui vencer. Agora cabe a vocês acabarem com a minha luta, pois tudo aquilo que eu queria não me iria beneficiar e agradar só a mim, mas a todos os seres que vivem e um dia viveram sobre a Terra, o nosso único lar. Como sempre disse não existe um caminho para paz! A paz é o caminho! E apenas unidos a iremos conseguir alcançar…

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    7:04 am

Tuesday, March 16

  1. page Humberto Delgado edited ... Recebi um elogio oficial de Londres pelo meu trabalho. A partir de 1944, tive contactos com E…
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    Recebi um elogio oficial de Londres pelo meu trabalho.
    A partir de 1944, tive contactos com EUA, tendo vários cargos. Vivi no EUA cinco anos o que fez com que mudasse a, minha maneira de encarar o Estado Novo, e comecei a identificar-me com o grupo liberal das forças armadas.
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    Salazar e áà mentalidade portuguesa.
    ...
    me candidatasse áà chefia do
    Os EUA, distanciam-se do processo, não me apoiando.
    O Regime faz propaganda, contra mim, dizendo que eu era agente de um "poder estrangeiro".
    ...
    A 13 de Fevereiro de 1965, fui chamado á fronteira de Badajoz, por presumíveis conspiradores de Salazar, onde fui assassinado pela PIDE.
    Caí numa armadilha fatal.
    Uma homenagem aà minha pessoa
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    9:21 am

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