Entrevista a Benito Mussolini


Caro leitor, hoje iremos divulgar uma entrevista feita a Benito Mussolini, e pretendemos assim aumentar a sua cultura.


-Muitoexternal image benito-mussolini-on-horseback.jpg boa tarde Sr. Benito Mussolini, pertencemos à revista sábado e gostaríamos de saber mais sobre si para darmos a conhecer mais aos nossos leitores. Gostaríamos de começar pela sua infância, será que nos podia dizer algo?
-Olá, muito boa tarde. Em primeiro lugar queria-vos agradecer, sinto-me muito privilegiado por me terem pedido um tempo para esta pequena entrevista.

-Ora essa, nós é que nos sentimos honrados por ter aceite o nosso convite.
- (risos) Irei então falar da minha infância, nasci dia 29 de Julho de 1883 em Itália.external image mussolini.jpg O meu nome completo é Benito Amilcare Andrea Mussolini. Vivi os meus primeiros anos de vida numa pequena vila na província, numa família humilde. O meu pai, Alessandro, era um ferreiro alcoólatra e um fervoroso socialista, e a minha mãe, Rosa Maltoni, uma humilde professora primária, era a principal sustentadora da família. Foi-me dado o nome de Benito em honra do revolucionário mexicano Benito Juárez. Tal como o meu pai, tornei-me num socialista e mais tarde num marxista. Fui influenciado por aquilo que li de Friedrich Nietzsche, e uma outra doutrina muito corrente do tempo que me influenciou, a do "sindicalismo revolucionário", sustentada pelo escritor francês Georges Sorel.


-Informaram-nos que em criança mostrou um carácter violento.
- Sim, já mesmo na escola, com apenas onze anos, eu mostrei um carácter violento ao esfaquear um dos meus colegas e atirar tinta ao professor. Fui expulso da escola. Apesar disso continuei os estudos e tive mesmo boas notas, conseguindo qualificar-me como professor da escola primária em 1901.


-Em 1902, com 19 anos emigrou para a Suiça, segundo o que apurámos. Poderia dizer-nos qual o motivo?
-Claro que sim, em 1902 emigrei para a Suíça para fugir ao serviço militar, mas, mas fui incapaz de encontrar um emprego permanente, tornei-me num operário e aprendi duas línguas essenciais: o alemão e o inglês. Concordei com a união socialista, mas não para trabalhar durante muito tempo, acabei preso e expulso do país. Fui deportado para a Itália, onde fui forçado a cumprir o serviço militar em Verona. Depois de novos problemas com a polícia, consegui um emprego num jornal na cidade de Trento (à época sob domínio austro-húngaro) em 1908. Foi nesta altura que escrevei um romance, chamado A amante do cardeal. Eu tinha um irmão, Arnaldo, que se tornou um conhecido teórico do fascismo.
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-Rachele Guide veio a ser sua mulher?
-Sim uni-me informalmente com Rachele Guidi e em 1910 nasceu a minha primeira filha, Edda. Contraí matrimónio civil somente cinco anos mais tarde. Em 1916 nasce Vittorio, em 1918 Bruno, em 1927 Romano e em 1929, Anna Maria.

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Senhor Benito, fale-nos da sua adolescência…Sabemos que aos seus 17 anos tornou-se secretário de uma federação, fale-nos desse período da sua vida.
-Sim, é verdade. Em 1910 tornei-me secretário da Federação da província de Forli. Após um ano de casamento, fui preso devido à minha oposição à guerra entre a Itália e a Líbia. Passado algum tempo, tornei-me director do jornal oficial do partido socialista. Mas logo, em 1914, a I Guerra Mundial começa. Primeiro critiquei o carácter imperialista do conflito, embora sendo um pouco neutro. Como noutras ocasiões ao longo da minha vida, fui expulso, e desta vez pelo Partido Socialista.


-Sr Benito ouvimos falar de um jornal que criou.
-Sim em Outubro de 1914 fundei o meu próprio jornal, em Milão, "Il Popolo d'Italia", que foi caracterizado como ultra-nacionalista. Após isso quis explorar o sentimento predominante italiano de insatisfação. Aproveitei o povo, após o fim da guerra. Assim, apelei para a luta contra os partidos de esquerda. Em Março de 1910, fundei em Milão por fascistas italianos Figth (movimento nacionalista, anti-socialista e anti-liberal). Aceitei todas as zonas rurais, onde os seus militares Blackshirt, facilmente ganharam a confiança dos proprietários. O fascismo abandonou o meu carácter republicano e ganhei simpatia pelo exército e Coroa. Eu costumava dizer "Livro e fuzil de luz, fascista perfeito!

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Conseguiu tornar-se primeiro-ministro.
- Sim tornei-me o Primeiro-Ministro da Itália em 1922 e comecei a usar o título ‘’Il Duce’’ desde 1925. Após 1936, o meu título oficial era "Sua Excelência Benito Mussolini, Chefe de Governo, Duce do Facismo, e Fundador do Império". Também criei e sustentei a patente militar suprema de Primeiro Marechal do Império, junto com o Rei Vítor Emanuel III da Itália, quem me deu o título, tendo controle supremo sobre as forças armadas da Itália. Permaneci no poder até ser substituído em 1943, por um curto período de tempo, fui o líder da República Social Italiana.
Fui um dos fundadores do Fascismo Italiano, que incluia elementos do nacionalismo, corporativismo, sindicalismo nacional, expansionismo, progresso social e anti-comunismo, combinado com a censura de subversivos e propaganda do Estado. Nos anos seguintes à criação da ideologia fascista, conquistei a admiração de uma grande variedade de figuras políticas.


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Sr Benito tentou ajudar o país.
- Sim, de 1924 a 1939 fiz programas de obras públicas como a domesticação do Pântano Pontino e o melhoramento das oportunidades de trabalho e transporte público. Também resolvi a questão Romana ao concluir o Tratado de Latrão entre o Reino de Itália e a Santa Sé. Garanti o sucesso económico nas colónias italianas e dependências comerciais. Embora inicialmente tenha favorecido o lado da França contra a Alemanha no início da década de 1930, tornei-me uma das figuras principais das potências do Eixo e, em 10 de Junho de 1940, inseriu a Itália na Segunda Guerra Mundial ao lado do Eixo. Três anos depois, fui deposto pelo Grande Conselho do Fascismo, motivado pela invasão aliada. Logo após o seu encarceramento ter iniciado, fui resgatado da prisão na operação Gran Sasso por forças especiais alemães.

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Chefiou a República Social Italiana.

-Exacto, após o meu resgate, chefiei a República Social Italiana nas partes da Itália que não tinham sido ocupadas por forças aliadas.

E foi assim a suexternal image mussolini_petacci.jpga história. Em 1945, comunicámos com Mussolini pelos céus. A sua resposta foi: ‘’Pois é, já estou nos céus, agora chegou ao fim a história. Foi dia 28 de Abril que decidiram que não deveria viver mais, com a derrota total aparente, tentei fugir para a Suíça, porém, fui rapidamente capturado e sumariamente executado por guerrilheiros italianos, juntamente com a minha companheira, Clara Petacci - que embora pudesse fugir, preferiu permanecer ao meu lado até ao fim. As minhas últimas palavras foram ‘’atirem daqui’’ apontando para o peito, e ‘’Não destruam o meu perfil’’. O meu corpo foi então levado para Milão, na Piazza Loreto, onde foi pendurado de cabeça para baixo numa estação petrolífera para exibição pública e para confirmação da minha morte.’’