A Minha Vida


Olá, meus amigos, saudo-vos a todos (meus admiradores, amigos, jovens e minhas crianças),crio esta página com o objectivo de vos dar a conhecer mais sobre a minha vida.
Saudações Nazis a todos.
O meu nome é Adolf Hilter,sou lider do nazismo,ditador e promotor da II Guerra Mundial, nasci a 20 de Abril de 1889, em Braunau,na Áustria. Sou filho de Alois Hitler e Klara Poezl. Alistei-me voluntariamente no exército bávaro no começo da Primeira Guerra Mundial. Tornei-me cabo e por bravura ganhei a cruz de ferro duas vezes.

Hitler_em_bebe.jpgFig.1 Hitler em Bébé

A Minha Infância


Enquanto criança morei numa pequena localidade perto de
Linz, na província da Alta-Áustria, próximo da fronteira alemã, e que à época era parte do Império Austro-Húngaro. O meu pai, Alois Hitler, que nasceu como filho ilegítimo, foi funcionário da alfândega. Até aos seus quarenta anos, o meu pai, usou o sobrenome da minha avó, Schicklgruber. Em 1876, passou a usar o nome do seu pai adoptivo, Johann Georg Hiedler, cujo nome terá sido alterado para "Hitler" por erro de um escrivão, depois de ter feito diligências junto de um sacerdote responsável pelos registos de nascimento para que fosse declarada a paternidade, já depois da morte do seu padrasto, cheguei a ser acusado, depois, por inimigos políticos, de não ser um Hitler mas sim um Schicklgruber. A própria propaganda dos aliados fez uso desta acusação ao lançar vários panfletos sobre diversas cidades alemãs com a frase "Heil Schicklgruber" - ainda que estivesse relacionado, de facto, aos Hiedler por parte da minha mãe.
A minha mãe,
Klara Hitler (o nome de solteira era Klara Polzl), era prima em segundo grau do meu pai. Este trouxera-a para sua casa para tomar conta dos seus filhos, enquanto a sua outra mulher, doente e prestes a morrer, era cuidada por outra pessoa. Depois da morte desta, o meu pai Alois casou-se, pela terceira vez, com Klara, depois de ter esperado meses por uma permissão especial da Igreja Católica, concedida exactamente quando Klara já se mostrava visivelmente grávida. No total a minha mãe teve seis filhos de Alois. No entanto, apenas eu, o quarto filho, e a minha irmã mais nova, Paula, sobrevivemos à infância.
Eu era considerado um rapaz inteligente, porém, mal-humorado. Por ser desde cedo boémio, fui reprovado por duas vezes no exame de admissão à escola secundária de Linz. Ai, comecei a acalentar ideias pangermânicas, fortalecidas pelas leituras que o meu professor,
Leopold Poetsch, um anti-semita que eu bastante admirava me recomendava vivamente.
Adolf_Hitler_3.jpgFig.2 Hitler em criança

A minha juventude


Com dezanove anos de idade passei a ser órfão e em breve parti para
Viena, onde tinha uma vaga esperança de me tornar um artista. Tinha, então, direito a um subsídio para órfãos, que acabei por perder aos 21 anos, em 1910.
Em
1907 fiz exames de admissão à academia das artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Nos anos seguintes permaneci em Viena sem um emprego fixo, vivendo inicialmente do apoio financeiro da minha tia Johanna Pölzl, de quem recebi, uma herança. Cheguei mesmo a pernoitar num asilo para mendigos na zona de Meidling no Outono de 1909. Os outros mendigos deram-me a alcunha de "Ohm Krüger". Tive depois a ideia de copiar postais e pintar paisagens de Viena - uma ocupação com a qual consegui financiar o aluguer de um apartamento, na rua Meldemann. Pintei cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, nunca considei as minhas pinturas uma forma de arte. Acabei fazendo uma boa vida como pintor, ganhei mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular como empregado bancário ou professor do liceu, e trabalhava menos horas. Durante o meu tempo livre frequentei a ópera de Viena, especialmente para assistir a óperas relacionadas com a mitologia nórdica, de Richard Wagner, cujas produções, mais tarde financiei, como meio de exaltação do nacionalismo germânico. Muito de meu tempo era dedicado à leitura.

O meu percurso na I Guerra Mundial

adolf-hitler.jpgFig.3 Hitler. "um soldado da 1ª Guerra Mundial"
Em Maio de 1913, recebi uma pequena herança do meu pai e mudei-me para Munique. Como escrevi mais tarde no Mein Kampf, sempre desejei viver numa cidade alemã, talvez de acordo com o meu desejo de me afastar do império multiétnico Austro-Húngaro e viver num país "racialmente" mais homogéneo. Em Munique interessei-me especialmente por arquitectura e pelos escritos de Houston Stewart Chamberlain.
Ao mudar-me, fugi também ao serviço militar no exército Austro-Húngaro, que me capturou pouco depois e me submeteu a um exame físico (pelo qual ficaram a saber que media 1,73 m). Fui considerado inapto para o serviço militar e permitiram-me que regressasse a Munique, onde prossegui a minha actividade de pintor, vendendo por vezes os meus quadros pela rua.
Mas em Agosto de 1914, quando a Alemanha entrou na Primeira Guerra Mundial, alistei-me imediatamente no exército bávaro. Servi na França e Bélgica como mensageiro, uma posição muito perigosa, que envolvia exposição a fogo inimigo, em vez da protecção proporcionada por uma trincheira. A minha folha de serviço foi exemplar mas nunca fui promovido além de cabo, por razões que desconheço, o que eu considerei mais uma humilhação na minha vida. O meu cargo, num lugar baixo da hierarquia militar, reflectia a minha posição na sociedade quando entrei para o exército. Não estava autorizado a comandar qualquer agrupamento de soldados, por menor que fosse. Fui condecorado duas vezes por coragem em acção. A primeira medalha que recebi foi a Cruz de Ferro de Segunda Classe em Dezembro de 1914. Depois, em Agosto de 1918, recebi a Cruz de Ferro de Primeira Classe, uma distinção raramente atribuída a não oficiais, até porque não podia ascender a uma graduação superior, já que não era cidadão alemão. Em Outubro de 1916, no norte de França, fui ferido numa perna, mas regressei à frente em Março de 1917. Recebi a Das Verwundetenabzeichen (condecoração por ferimentos de guerra) nesse mesmo ano, já que a ferida era resultado directo da exposição ao fogo inimigo.
Durante a guerra, desenvolvi um patriotismo alemão apaixonado, apesar de não ser cidadão alemão. Fiquei chocado pela capitulação da Alemanha em Novembro de 1918, sustentando a ideia de que o exército alemão não tinha sido, de facto, derrotado. Como muitos nacionalistas alemães, culpei os políticos civis (os "criminosos de Novembro") pela capitulação.
Após a Primeira Guerra Mundial, permaneci no exército, nessa altura activo na supressão de revoltas socialistas que surgiam pela Alemanha, incluindo Munique, para onde regressei em 1919.
Para mim, que vivi os horrores da guerra, a questão da culpa era essencial. Já influenciado pela ideologia anti-semita, acreditava avidamente na responsabilidade dos judeus, tornando-me em breve num divulgador eficiente da propaganda concebida por Mayr e seus superiores. Em Julho de 1919, devido à minha inteligência e dotes oratórios, fui nomeado líder e elemento de ligação (V-Mann) do "comando de esclarecimento" com o objectivo de influenciar outros soldados com as mesmas ideias.
primeira-guerra-mundial.jpg
Fig.4 A 1ª Guerra Mundial

O aparecimento do Partido Nazi


Em 1916, filiei-me a um pequeno grupo nacionalista, o Partido Alemão dos Trabalhadores (DAP). Mais tarde, converti o DAP no Partido Nacional-Socialista Alemão dos Trabalhadores (mais conhecido por Partido Nazista), que acabei por liderar. Em Viena, assimilei as ideias anti-semitas (contra os judeus) que, influenciadas por meus longos discursos contra o Acordo de Paz de Versalhes e o Marxismo, obtiveram um aceitação enorme, numa Alemanha humilhada pela derrota.
Partido_nazi.jpgFig. 5 - Comicio do Partido Nazi

O "Putsch" de Munique

Em 1921, tornei-me líder do Partido Nazista. Dois anos mais tarde, organizei a malograda insurreição, o "Putsch" de Munique, durante o qual fui preso. O Putsch de Munique foi uma malfadada tentativa de golpe,onde eu e o Partido Nazista estávamos contra o governo da região alemã da Baviera. Este Putsch ocorreu em 9 de Novembro de 1923. O objectivo do partido era tomar as rédeas do governo bávaro para, em seguida, tentar apoderar-se do poder em todo o país. Mas a tresloucada acção foi rapidamente controlada pela polícia bávara, sendo que eu e vários correligionários – entre eles Rudolf Hess – acabámos por ser presos. Nos meses que passei na prisão com Rudolph Hess, ditei o "Mein Kampf" (a "Minha Luta"), um manisfesto político no qual detalhei a necessidade alemã de se rearmar, empenhar-se na auto-suficiência económica, suprimir o sindicalismo e o comunismo e exterminar a minoria judaica. Com o lançamento deste livro, tornei-me famoso.


Mein_Kampf_primeira_edicão.jpgFig.6 1ª edição do livro "Mein Kampf", exposto no museu 300px-Bundesarchiv_Bild_119-1486,_Hitler-Putsch,_München,_Marienplatz.jpgFig.7 As forças Nazistas no histórico de Berlim "Putsch" de Munique

Em 1929, ganhei um grande fluxo de adeptos, de forma que, ajudado pela violência contra inimigos politicos, o meu partido floresceu. Entre 1928 e 1932 os deputados nazis passaram de 12 para 107 e finalmente para 230. Em 1933 Hindenburg nomeou-me para Chanceler da Alemanha, e quando este em 1934, morre, assumi a Presidência (poderes ditatoriais).

A II Guerra Mundial


Anexei a Áustria e invadi a Checoslováquia em 1938, de seguida, em 1939, invadi a Polónia; quando se deu o inicio da II Gerra Mundial onde cerca de 50 milhões de pessoas perderam a vida.
Nos três anos seguintes, conheci uma série quase inabalada de sucessos militares. A Polónia foi rapidamente derrotada e dividida com os soviéticos. Em Abril de 1940, invadi a Dinamarca e a Noruega. Em Maio, iniciei uma ofensiva relâmpago, conhecida por "Blitzkrieg", que rapidamente ocupou a Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França, (esta última durou cerca de seis semanas). Nesta altura, Aristides Sousa Mendes era o cônsul de Portugal em Bordéus e salvou a vida de dezenas de milhares de refugiados, muitos dos quais judeus e que assim se salvaram do Holocausto. Contra as instruções expressas de António Oliveira Salazar, Aristides concedeu vistos de entrada para Portugal aos refugiados que o procuravam.
Em Abril de 1941, a Jugoslávia e a Grécia foram invadidas por exércitos meus. Forças ítalo-alemãs avançaram também pelo norte de África em direcção ao Egipto.
Estas invasões foram acompanhadas do bombardeamento de cidades indefesas tais como Varsóvia, Roterdão e Belgrado.
A minha única derrota nessa fase, foi o fracasso do meu plano de bombardear e posteriormente invadir a Inglaterra. A Força Aérea Real (RAF) acabaria por vencer no ar a Batalha da Inglaterra. A incapacidade de adquirir supremacia nos céus britânicos significou que a "Operação Leão Marinho", o plano de invadir a Grã-Bretanha, foi cancelada.
A 22 de Junho de 1941 foi desencadeada a Operação Barbarossa. As minhas forças invadiram a União Soviética, rapidamente apoderando-se de uma terça parte da Rússia Europeia, cercando Leningrado e ameaçando Moscovo. No inverno, os meus exércitos foram detidos às portas de Moscovo com o rompimento da frente pelos russos, mas no verão seguinte, a ofensiva continuou. Em Julho de 1942, os meus exércitos chegavam ao Volga. Aqui, eles foram derrotados, a 2 de Fevereiro de 1943 na Batalha de Stalingrado, a primeira grande derrota alemã na Guerra e que se tornaria o marco decisivo do início da derrota do III Reich.
No norte de África, os ingleses derrotaram os alemães na batalha de El Alamein, destroçando o meu plano para me apoderar do Canal do Suez e do Médio Oriente.
Com o decurso da guerra mostrei-me desfavorável à Alemanha, decidi intensificar o assassinato em massa, que culminou com o holocausto judeu.Conhecido como um dos piores massacres da história da humanidade, o holocausto, termo utilizado para descrever a tentativa de extermínio dos judeus na Europa nazista, teve o seu fim anunciado no dia 27 de janeiro de 1945, quando as tropas soviéticas, aliadas ao Reino Unido, Estados Unidos e França na Segunda Guerra Mundial, invadiram o campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, em Oswiecim (sul da Polónia). No local, o mais conhecido campo de concentração mantido pela Alemanha nazista, entre 1,1 e 1,5 milhão de pessoas (na sua maioria judeus) morreram nas câmaras de gás, de fome ou por doenças.


A derrota e o suicídio

A partir de 1943, no entanto, a queda alemã tornou-se inexorável e o atentado de Julho de 1944 contra mim revelou a força da oposição interna. Nessa época a minha saúde estava muito debilitada, possuía problemas cardíacos, era hipocondríaco, sofria de insónia e estava a envelhecer precocemente. Após uma última derrota (ofensiva das Ardenas, em Dezembro de 1944), Hitler refugiou-me num bunker (esconderijo) na cidade de Berlim, onde mais tarde cometeria suicídio em 30 de Abril de 1945.
Uma maioria esmagadora dos relatos históricos sustenta a tese do suicídio de Hitler. No entanto, existem rumores na América Latina segundo os quais Hitler teria fugido para um país da América do Sul onde teria morrido com uma doença incurável, tendo sido um sósia a morrer no bunker em Berlim. O mesmo teria acontecido com Eva Braun, sua noiva, com quem se teria casado pouco antes do suicídio. Segundo alguns historiadores, Braun teria casado com ele somente depois de jurar "fidelidade" e prometer que se mataria junto com ele. Os seus corpos não foram encontrados, ele teria mandado a sua guarda cremá-los, talvez para que não houvesse nenhum modo do inimigo torturá-lo, nem após a sua morte.
Uma segunda corrente de historiadores, no entanto, acredita que o fim da vida de Adolfo Hitler teria ocorrido com a destruição de seu bunker em Berlim, por um grande ataque aéreo dos aliados já no fim da grande guerra. Acreditam ainda que, após este ataque ao seu bunker, os corpos de Eva Braun e do braço direito de Hitler, Heinrich Himmler, também foram encontrados, mas em melhores condições que o do próprio Hitler: tinham nos seus corpos queimaduras e marcas das ferragens, já o de Adolfo Hitler estava carbonizado, sendo reconhecido apenas pela sua vestimenta e pelo seu bigode. O reconhecimento do corpo de Hitler foi feito pelos seus próprios comandantes e soldados capturados. Pelo facto dos corpos terem sido encontrados carbonizados, os aliados teriam vinculado a notícia de que os seus corpos não foram encontrados, mas se sabe, através de relatos, que não fora a ordem de Hitler para cremar seus corpos o real motivo para os mesmos terem sido localizados desta forma, mas sim o da explosão de uma bomba que teria destruído o bunker onde ele e os seus fiéis colaboradores se encontravam. As autópsias feitas nos corpos encontrados no bunker em Berlim revelaram que num dos corpos havia uma bala de pistola Luger. Boatos dizem que era a arma com a qual Hitler se havia matado antes da bomba cair no seu bunker, ou ainda que um dos seus colaboradores havia disparado contra Hitler para que o mesmo não fosse capturado vivo pelos aliados.


hitler_mortoXX.gif Fig.8 Hitler morto May2.jpg Fig.9 Noticia de um jornal a dizer: " Hitler morreu"


Deixo agora aqui um discurso meu:

Deixo, também, a minha biografia mas em documento PDF (complemento ao que está acima escrito):


Bibliografia:

Documentos PDF, retirados de:
Discurso - "Livro: 50 Grandes Discursos da História" de Manuel Robalo e Miguel Mata; Edições Sílabo"
Biografia - "Livro: Dicionário de Biografias; Volume 24; Porto Editora; edição em exclusivo para Correio da Manhã"

Texto adaptado de:
http://www.vidaslusofonas.pt/adolf_hitler.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hitler
Imagens retiradas de:
http://1.bp.blogspot.com/_pz3FrDMKgLg/Sx6ueDQkczI/AAAAAAAAFxc/5RTRxG52nZE/s400/adolf-hitler.jpg
http://blog.scheeko.org/imagens/May2.jpg
http://www.jornalalef.com.br/hitler_mortoXX.gif
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c9/Erstausgabe_von_Mein_Kampf.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Putsch_da_Cervejariahttp://www.enciclopedia.com.pt/images/articles/booktwoyearbuilding09.jpghttp://www.brasilescola.com/upload/e/primeira-guerra-mundial.jpghttp://news.nswap.info/wp-content/uploads/2009/07/ah.jpghttp://3.bp.blogspot.com/_xOnMm_HrFWQ/R5wkEUAz1WI/AAAAAAAAAxU/vwcPIdwjGRU/s400/3416824.jpg
Videos retirados de:
http://www.youtube.com/watch?v=lAi7UnXp9Awhttp://www.youtube.com/watch#!v=D9lttlWC800&feature=related

Eduardo e David